sexta-feira, 16 de setembro de 2011

Depressão


A depressão é caracterizada por um conjunto de sintomas que afetam a vida da pessoa de uma forma global. Estima-se que 17% das pessoas que sofrem com algum tipo de transtorno mental tenham depressão. A doença interfere na maneira como a pessoa trabalha, dorme, estuda, come e desfruta de atividades agradáveis. Ela não pode ser considerada uma tristeza passageira. É uma condição que não é controlada conscientemente. As pessoas que sofrem de depressão podem não conseguir se levantar sozinhas. Sem tratamento, os sintomas podem durar semanas, meses ou anos.

Alguns tipos de depressão têm origem genética, são causadas por uma vulnerabilidade biológica hereditária. Porém, essa herança genética não é determinante para desenvolver a doença. Fatores adicionais como estresse em casa, no trabalho ou na escola contribuem para o seu aparecimento. As pessoas que não carregam essa herança genética também podem desenvolver a depressão. Em ambos os casos, hereditária ou não, ela está associada a mudanças na estrutura do cérebro ou no seu funcionamento.
Outras doenças como mal de Parkinson, câncer, problemas do coração ou disfunções hormonais podem desencadear a depressão.
Freqüentemente, a combinação entre herança genética, fatores psicológicos e fatores relativos ao ambiente em que a pessoa vive, provocam a doença.
Sentimentos constantes de tristeza, desânimo e "vazio"
Alterações no sono ou no apetite
Dificuldades de raciocínio e para tomar decisões
Problemas de memória
Pensamentos de morte ou suicídio
Desesperança, irritabilidade e pessimismo
Dores físicas persistentes que não desaparecem mediante tratamento (dores de cabeça, dores crônicas e distúrbios intestinais)
(nem todas as pessoas apresentam todos os sintomas)

Depressão em mulheres
A depressão é mais freqüente nas mulheres. Muitos fatores hormonais contribuem para isso, principalmente mudanças no ciclo menstrual, gravidez, aborto, período pós-parto, pré-menopausa e menopausa. Além disso, a maioria das mulheres também tem que enfrentar um estresse adicional com as responsabilidades do trabalho, da casa e dos filhos.

Depressão em homens
Apesar dos homens serem menos suscetíveis à depressão, é alto o índice de homens que sofrem com a doença. Eles dificilmente admitem sofrer de depressão e os médicos raramente suspeitam.
A doença pode também afetar a saúde física de forma diferente em homens e mulheres. Um novo estudo mostra que, a depressão está associada a um aumento do risco de doenças do coração em ambos os sexos, mas apenas nos homens o risco de morte é elevado.
Neles, a depressão aparece não como um sentimento de desânimo, desamparo ou desmotivação, mas os deixa mais irritados, nervosos e sem coragem, por isso, é difícil identificar a depressão nos homens. Eles geralmente mascaram a doença com o uso de álcool e drogas, ou, ainda, trabalhando exaustivamente.

Depressão na terceira idade
Há quem tenha a equivocada idéia de que é normal as pessoas idosas se sentirem depressivas. A depressão na terceira idade, se não diagnosticada e não tratada, causa um sofrimento desnecessário para a família e para o indivíduo que poderia, se recebesse os cuidados adequados, desfrutar melhor a vida.

Depressão em crianças
Somente nos últimos 20 anos a depressão nas crianças começou a ser tratada seriamente. A criança que finge estar doente, se recusa a ir à escola, demonstra dependência exagerada dos pais ou tem medo que eles morram pode estar com depressão.
Em crianças mais velhas os sintomas mudam um pouco. Elas podem apresentar mau humor contínuo, arranjar confusões na escola, ser pessimistas, entediadas e se sentir mal compreendidas. Como alguns desses comportamentos são normais nessa fase, os pais têm dificuldade em identificar se é realmente depressão ou apenas características próprias da idade.

Evolução
A depressão pode influenciar na saúde física e até mesmo agravar doenças do coração. Além do que, a pessoa deprimida pode deixar de ter cuidados básicos com a saúde.
Os pensamentos e desejos suicidas também são sintomas da doença e se a pessoa não for tratada, o pensamento pode ser concretizado. A depressão é uma das principais causas de suicídio, principalmente em pessoas deprimidas que vivem solitariamente.

Tratamento
Fazer uma avaliação médica para tentar verificar o grau da depressão é importante para decidir o tratamento mais adequado, que geralmente consiste no emprego de medicamentos e psicoterapia. Há casos em que apenas um acompanhamento psicológico já é eficaz, mas em outros, é necessário o uso de anti-depressivos.
Algumas atitudes do próprio paciente podem ajudar no processo de cura:
Na presença da depressão assuma metas realistas e responsabilidades razoáveis.
Substitua grandes tarefas por tarefas pequenas, e faça o que você pode e como pode.
Procure estar com outras pessoas e confiar em alguém, é melhor do que ficar sozinho.
Participe de atividades que façam com que você se sinta bem.
Exercícios moderados, cinema e outras atividades sociais ou religiosas podem ajudar.
Sentir-se bem leva tempo, por isso não espere que seu humor mude repentinamente, mas saiba que ele pode estar melhor a cada dia.
Não é aconselhável tomar decisões importantes durante a depressão. Espere o quadro melhorar para optar por separações ou mudança de emprego.
Lembre-se que pensamentos positivos podem ocupar o lugar dos pensamentos negativos na medida em que o tratamento estiver fazendo efeito.

Fonte: National Institute of Mental Health.

quinta-feira, 1 de setembro de 2011

1º de Setembro - Dia do Profissional de Educação Física



Já deu parabéns para sua professora?
Hoje, comemoramos o dia do profissional de educação física, que se preocupa em melhorar a sua saúde, sua qualidade de vida e bem estar, além de deixar o seu corpo mais bonito!!

Parabéns a todas as professoras da Curves Afonso Pena!!

terça-feira, 30 de agosto de 2011

Delicioso e irresistível, mas temido!!

Em quantidade moderada, o chocolate não prejudica a saúde

O chocolate é um convite para fugir do regime, esquecer a dieta e se deliciar. No entanto, depois do prazer, começam as queixas de que o rosto está cheio de espinhas, que engordou três quilos durante o feriado, e a culpa é sempre do chocolate. Conheça algumas características e propriedades do chocolate e saiba se pode comer sem culpa.


O chocolate não é simplesmente um alimento que engorda. É nutritivo, tem vitaminas A,B,C,D e E, é rico em cálcio, ferro e tem 15% de proteínas na sua composição.





Não há comprovações científicas da relação entre o consumo de chocolate e o surgimento de espinhas. Mas, sabe-se que uma dieta rica em alimentos gordurosos pode aumentar a oleosidade da pele, e, dessa forma aumentar o aparecimento de acne em pessoas que já tenham tendência.

Se você tem problema com a balança, evite os chocolates com amendoim e muitos recheios gordurosos.
                                                   
 Quando consumido com moderação, proporciona bem-estar físico e mental. O importante é não exagerar. Recomenda-se não ultrapassar o limite diário de até 50 gramas, em função dos altos teores de açúcar e gordura . Essa quantidade não é parâmetro para as pessoas que têm algum tipo de intolerância, alergia ou algum outro problema em que o consumo de chocolate não é indicado.

O chocolate possui a capacidade de estimular a produção de serotonina, substância responsável pelo bom humor, por isso, ajuda a combater a ansiedade e depressão.

Há estudos que indicam que o chocolate pode viciar, pois contém substâncias como a teobromina, cafeína e feniletiamina, mas com uma ingestão moderada provavelmente você não deverá ter que se preocupar com isso.

O consumo exagerado pode ultrapassar a capacidade de digestão e absorção dos açúcares e gordura, e com isso, provocar diarreia.
Fonte: Folha de S. Paulo




segunda-feira, 22 de agosto de 2011

Hipertensão



A pressão alta ou hipertensão é uma doença crônica que acompanha o paciente durante toda a sua vida. Ela não tem cura, mas é possível controlá-la e minimizar ou até evitar os efeitos negativos no organismo. A pressão é considerada alta quando, após medida seguidas vezes, apresenta valor igual ou superior a 140 por 90 mmHg, o que equivale à pressão conhecida popularmente como 14 por 9.

Fatores de Risco:
Vários fatores podem fazer com que os vasos nos quais o sangue circula, se contraiame provoquem um aumentoda pressão sanguínea. Entre os principais fatores de risco da hipertensão arterialestão os maus hábitos de vida, como:
  • Consumo excessivo de sal e alimentos gordurosos
  • Bebidas alcoólicas
  • Obesidade
  • Idadem ( os idosos têm mais chances de ter pressão alta )
  • Sedentarismo ( a falta de exercícios físicos constantes e apropriados )
  • Carga emocional excessiva gerada pelos compromissos e dificuldades da vida cotidiana
  • Tabagismo
  • Fator genético ( quem tem pai, mãe ou outros familiares com hipertensão, pode correr mais riscos )
Consequências da Hipertensão:
A alta pressão do sangue pode provocar com o passar do tempo um desgaste dos vasos sanguíneos. Todos eles são recobertos internamente com uma camada bem fina e delicada que com uma grande pressão do sangue vão se endurecendo e estreitando. Com o passar do tempo, esses vasos podem entupir ou até se romperem. As consequências disso diferem de acordo com o órgão atingido.



O entupimento de um vaso pode ocasionar forte dor no peito, chamada de angina, insuficiência cardíaca, infarto e até morte súbita.



                  O rompimento ou entupimento de um vaso provoca o Acidente Vascular Cerebral (AVC ) conhecido como derrame cerebral.

                     


                                                       A obstrução dos vasos que transportam o sangue aos rins pode causar a paralisação desse órgão.
 
                                   
                                  Obstrução das artérias carótidas, aneurisma de aorta e doença vascular periférica dos membros inferiores.






Há o risco de retinopatia, o que reduz muito a visão dos pacientes.
Controle da hipertensão e Prevenção:Para controlar a hipertensão ou prevenir seu aparecimento, é necessário mudar alguns hábitos de vida que agravam a doença e adotar outros mais saudáveis. Há pacientes que precisam, além de manter bons hábitos, seguir um tratamento com medicamentos para controlar a pressão. É importante lembrar que essa decisão só pode ser tomada por um médico. Veja atitudes indispensáveisaos pacientes que sofrem de hipertensão e também importantes para prevenir o aparecimento da doença:

  • Pratique atividades físicas regularmente. Consulte seu médico para saber quais exercícios são indicados para você e qual a intensidade recomendada.
  • Controle seu peso. O aumento de peso contribui para o aumento da pressão arterial e ocasiona elevação da taxa de colesterol "ruim"no sangue, o que pode obstruir as artérias e elevar ainda mais a pressão.
  • Não fume
  • Modere a ingestaõ de bebidas alcoólicas
  • Controle a ingestaõ de sal nos alimentos. O sal faz o corpo reter mais líquidos, e o aumento do volume de líquido faz a pressão subir. Po isso deve-se evitar o exagero, como colocar sal na comida pronta ou comer alimentos que contêm muito sal.
  • Previna o estresse. 
 







segunda-feira, 8 de agosto de 2011

Osteoporose


É uma desordem esquelética caracterizada pela redução da massa óssea com alterações da microarquitetura do tecido ósseo, o que leva a redução da resistênciado osso e ao aumento da suscetibilidade a fraturas. A osteoporose é uma doença ósteometabólica e é necessariamente sinônimo de envelhecimento . Atinge uma em cada quatro mulheres aos cinquenta anos e um em cada 10 homens a partir dos 65 anos.

A osteoporose pode ser desencadeada por diversos fatores. A pós-menopáusica aparece em mulheres de 51 a 75 anos e é causada pela falta de estrogênio, hormônio feminino que auxilia na regulação da incorporação do cálcio aos ossos das mulheres. Já, a osteoporose senil provavelmente é decorrente de uma deficiência de cálcio relacionada com a idade e de um desequilíbrio entre a velocidade de degradação do tecido ósseo e a velocidade de formação de osso novo. Normalmente os indivíduos com mais de 70 anos de idade são os mais afetados, além de ser duas vezes mais comum em mulheres. A osteoporose secundária, identificada em menos de 5% dos pacientes, é desencadeada por outras enfermidades ou por drogas. Por último, a mais rara de todas, a osteoporose juvenil idiopática ocorre em crianças e adultos jovens aparentemente sem qualquer fragilidade hormonal ou vitamínica e sua causa ainda não foi esclarecida.
Vários fatores de risco também estão associados tanto ao desenvolvimento da osteoporose quanto às fraturas:
·história prévia de fratura,
· baixo peso,
· sexo feminino,
· raça branca,
· fatores genéticos (existência de parente de primeiro grau com história de fratura sem trauma ou com trauma mínimo),
· fatores ambientais (tabagismo, consumo abusivo de bebidas alcoólicas e cafeína, inatividade física),
· baixa ingestão de cálcio alimentar,
· alterações hormonais (menopausa precoce, menarca tardia, amenorréias),
· drogas (corticosteróides, alguns anti-epilépticos, hormônios tireoideanos, ciclosporina),
· doenças endocrinológicas (hiperparatireoidismo primário, tireotoxicose, síndrome de Cushing, hipogonadismos e diabete melito),
· doenças hematológicas (mieloma múltiplo),
· doenças reumatológicas (artrite reumatóide),
· doenças gastroenterológicas (síndrome de má-absorção, doença inflamatória intestinal, doença celíaca),
· doenças neurológicas (demência).

Principais sinais e sintomas:
O paciente não apresenta sinais e sintomas nos primeiros estágios da doença. Eles aparecem mais tarde, quando a densidade óssea diminui a ponto de causar colapso ou fratura óssea, o que pode provocar dor e deformidade óssea. Pode ainda ocorrer dorsalgia (dor nas costas) se o indivíduo sofrer um colapso vertebral (fraturas por esmagamento vertebral). Caso várias vértebras sejam fraturadas, a coluna vertebral sofre uma curvatura anormal que provoca distensão muscular e dor, chamada de "corcunda de viúva". Pequenas sobrecargas de peso ou quedas podem fraturar outros ossos. A osteoporose não só provoca fraturas, mas também retarda a consolidação delas.
Complicações:
As complicações principais são as causadas pelas fraturas: dorsalgia (dores nas costas); dificuldade ou incapacidade para a realização de movimentos devido ao grave enfraquecimento das vértebras e compressão das raízes nervosas; dificuldade na marcha, quando a fratura acontece no quadril.
Tratamento:
Para os pacientes com osteoporose, o tratamento tem o objetivo de diminuir ou frear a perda óssea, minimizar os riscos de quedas para prevenir as fraturas e controlar a dor associada à doença. Para isto são usados alguns medicamentos e fisioterapia.
A reposição hormonal durante ou depois da menopausa minimiza a ocorrência de osteoporose. Também é necessário manter uma dieta com quantidades adequadas de cálcio, vitamina D e proteínas.
Prevenção:
A prevenção e o tratamento podem envolver o emprego de recursos que procuram evitar a perda do tecido ósseo. Para as pessoas que tendem a desenvolver a osteoporose ou estão no início da doença, principalmente as mulheres acima dos 50 anos, os exercícios físicos que envolvem força são indicados.


sexta-feira, 29 de julho de 2011

Campanha "Na Medida Certa"

Vai começar a maratona meninas!!! Não quero ver ninguém de fora!!! Todas aderindo e se inscrevendo!!!
Segue abaixo as regrinhas da campanha:


  • A  campanha terá duração de 3 meses, começando a partir do dia 1º de Agosto.
  • A  aluna passará por uma blitz de avaliação completa e será reavaliada mês a mês, não tendo acesso a essa avaliação.
  • Durante os 3 meses de duração da campanha, a aluna terá que vir no mínimo 3 vezes por semana, frequentando pelo menos uma aula Power durante a semana .
  • No final da campanha, serão premiadas as alunas que totalizarem o maior número de : Perda de Medidas, Perda de Peso e Percentual de Gordura, no final dos 3 meses.
  • As alunas que têm o objetivo de Fortalecimento Muscular e Ganho de Massa, terão os seguintes critérios avaliados: Assiduidade e Perda de Percentual de Gordura.
  • Os critérios de desempate serão respectivamente: Assiduidade, Perda de Percentual de Gordura, Perda de Medidas e Perda de Peso.
  • Será distribuída uma cartilha com dicas de alimentação, para que as alunas tentem seguir ao máximo.
  • Utilizem o Mais Curves como mais uma ferramenta para seus objetivos ( www.maiscurves.com.br)
  • A premiação será: Uma blusa da Curves + Uma sessão de Drenagem Linfática + Um brinde surpresa. Total de 3 kits.

EM BUSCA DE MAIS SAÚDE....

Para emagrecer, o que importa são as calorias



Estudo indica que as calorias são fatores determinantes no emagrecimento, independente do tipo de dieta seguida



Dieta da sopa, de South Beach, da proteína... São inúmeras opções que prometem quilos a menos, a custo de muito esforço. O empenho deve continuar, mas quem quer emagrecer e está em dúvida sobre qual dieta seguir pode parar de se preocupar com a escolha e se concentrar na redução de calorias. É o que concluiu o maior estudo já feito sobre os vários tipos de regime realizado pela Faculdade de Saúde Pública de Harvard.

De acordo com a pesquisa, quem quer perder peso pode consumir qualquer alimento, desde que controle a quantidade de calorias. Os especialistas acompanharam homens e mulheres distribuídos em quatro grupos, cada um com dietas diferentes prescritas. A média de perda de peso foi a mesma para todos.

“O ponteiro da balança recompensa quem consome menos calorias, a despeito do tipo de dieta que siga”, afirmou o vice-presidente da Associação Internacional para o Estudo da Obesidade, Walmir Coutinho, em entrevista à Revista Veja de 11 de março de 2009.

Mas atenção! Toda dieta deve ser prescrita e acompanhada por um médico especializado. Ele poderá indicar o que é melhor para a saúde de cada indivíduo. Se a alimentação não for variada, ela não fornecerá todos os nutrientes de que o corpo necessita. Assim, qualquer mudança radical nas refeições que leve à ingestão desequilibrada de nutrientes pode ocasionar alguma doença ou carência. E não esqueça de combinar uma atividade física regular com a alimentação equilibrada para emagrecer com saúde e melhorar a qualidade de vida.

Fonte: Revista Veja (11 de março de 2009, edição 2103), Manual de Alimentação Saudável, da Unimed do Brasil