segunda-feira, 22 de agosto de 2011

Hipertensão



A pressão alta ou hipertensão é uma doença crônica que acompanha o paciente durante toda a sua vida. Ela não tem cura, mas é possível controlá-la e minimizar ou até evitar os efeitos negativos no organismo. A pressão é considerada alta quando, após medida seguidas vezes, apresenta valor igual ou superior a 140 por 90 mmHg, o que equivale à pressão conhecida popularmente como 14 por 9.

Fatores de Risco:
Vários fatores podem fazer com que os vasos nos quais o sangue circula, se contraiame provoquem um aumentoda pressão sanguínea. Entre os principais fatores de risco da hipertensão arterialestão os maus hábitos de vida, como:
  • Consumo excessivo de sal e alimentos gordurosos
  • Bebidas alcoólicas
  • Obesidade
  • Idadem ( os idosos têm mais chances de ter pressão alta )
  • Sedentarismo ( a falta de exercícios físicos constantes e apropriados )
  • Carga emocional excessiva gerada pelos compromissos e dificuldades da vida cotidiana
  • Tabagismo
  • Fator genético ( quem tem pai, mãe ou outros familiares com hipertensão, pode correr mais riscos )
Consequências da Hipertensão:
A alta pressão do sangue pode provocar com o passar do tempo um desgaste dos vasos sanguíneos. Todos eles são recobertos internamente com uma camada bem fina e delicada que com uma grande pressão do sangue vão se endurecendo e estreitando. Com o passar do tempo, esses vasos podem entupir ou até se romperem. As consequências disso diferem de acordo com o órgão atingido.



O entupimento de um vaso pode ocasionar forte dor no peito, chamada de angina, insuficiência cardíaca, infarto e até morte súbita.



                  O rompimento ou entupimento de um vaso provoca o Acidente Vascular Cerebral (AVC ) conhecido como derrame cerebral.

                     


                                                       A obstrução dos vasos que transportam o sangue aos rins pode causar a paralisação desse órgão.
 
                                   
                                  Obstrução das artérias carótidas, aneurisma de aorta e doença vascular periférica dos membros inferiores.






Há o risco de retinopatia, o que reduz muito a visão dos pacientes.
Controle da hipertensão e Prevenção:Para controlar a hipertensão ou prevenir seu aparecimento, é necessário mudar alguns hábitos de vida que agravam a doença e adotar outros mais saudáveis. Há pacientes que precisam, além de manter bons hábitos, seguir um tratamento com medicamentos para controlar a pressão. É importante lembrar que essa decisão só pode ser tomada por um médico. Veja atitudes indispensáveisaos pacientes que sofrem de hipertensão e também importantes para prevenir o aparecimento da doença:

  • Pratique atividades físicas regularmente. Consulte seu médico para saber quais exercícios são indicados para você e qual a intensidade recomendada.
  • Controle seu peso. O aumento de peso contribui para o aumento da pressão arterial e ocasiona elevação da taxa de colesterol "ruim"no sangue, o que pode obstruir as artérias e elevar ainda mais a pressão.
  • Não fume
  • Modere a ingestaõ de bebidas alcoólicas
  • Controle a ingestaõ de sal nos alimentos. O sal faz o corpo reter mais líquidos, e o aumento do volume de líquido faz a pressão subir. Po isso deve-se evitar o exagero, como colocar sal na comida pronta ou comer alimentos que contêm muito sal.
  • Previna o estresse. 
 







segunda-feira, 8 de agosto de 2011

Osteoporose


É uma desordem esquelética caracterizada pela redução da massa óssea com alterações da microarquitetura do tecido ósseo, o que leva a redução da resistênciado osso e ao aumento da suscetibilidade a fraturas. A osteoporose é uma doença ósteometabólica e é necessariamente sinônimo de envelhecimento . Atinge uma em cada quatro mulheres aos cinquenta anos e um em cada 10 homens a partir dos 65 anos.

A osteoporose pode ser desencadeada por diversos fatores. A pós-menopáusica aparece em mulheres de 51 a 75 anos e é causada pela falta de estrogênio, hormônio feminino que auxilia na regulação da incorporação do cálcio aos ossos das mulheres. Já, a osteoporose senil provavelmente é decorrente de uma deficiência de cálcio relacionada com a idade e de um desequilíbrio entre a velocidade de degradação do tecido ósseo e a velocidade de formação de osso novo. Normalmente os indivíduos com mais de 70 anos de idade são os mais afetados, além de ser duas vezes mais comum em mulheres. A osteoporose secundária, identificada em menos de 5% dos pacientes, é desencadeada por outras enfermidades ou por drogas. Por último, a mais rara de todas, a osteoporose juvenil idiopática ocorre em crianças e adultos jovens aparentemente sem qualquer fragilidade hormonal ou vitamínica e sua causa ainda não foi esclarecida.
Vários fatores de risco também estão associados tanto ao desenvolvimento da osteoporose quanto às fraturas:
·história prévia de fratura,
· baixo peso,
· sexo feminino,
· raça branca,
· fatores genéticos (existência de parente de primeiro grau com história de fratura sem trauma ou com trauma mínimo),
· fatores ambientais (tabagismo, consumo abusivo de bebidas alcoólicas e cafeína, inatividade física),
· baixa ingestão de cálcio alimentar,
· alterações hormonais (menopausa precoce, menarca tardia, amenorréias),
· drogas (corticosteróides, alguns anti-epilépticos, hormônios tireoideanos, ciclosporina),
· doenças endocrinológicas (hiperparatireoidismo primário, tireotoxicose, síndrome de Cushing, hipogonadismos e diabete melito),
· doenças hematológicas (mieloma múltiplo),
· doenças reumatológicas (artrite reumatóide),
· doenças gastroenterológicas (síndrome de má-absorção, doença inflamatória intestinal, doença celíaca),
· doenças neurológicas (demência).

Principais sinais e sintomas:
O paciente não apresenta sinais e sintomas nos primeiros estágios da doença. Eles aparecem mais tarde, quando a densidade óssea diminui a ponto de causar colapso ou fratura óssea, o que pode provocar dor e deformidade óssea. Pode ainda ocorrer dorsalgia (dor nas costas) se o indivíduo sofrer um colapso vertebral (fraturas por esmagamento vertebral). Caso várias vértebras sejam fraturadas, a coluna vertebral sofre uma curvatura anormal que provoca distensão muscular e dor, chamada de "corcunda de viúva". Pequenas sobrecargas de peso ou quedas podem fraturar outros ossos. A osteoporose não só provoca fraturas, mas também retarda a consolidação delas.
Complicações:
As complicações principais são as causadas pelas fraturas: dorsalgia (dores nas costas); dificuldade ou incapacidade para a realização de movimentos devido ao grave enfraquecimento das vértebras e compressão das raízes nervosas; dificuldade na marcha, quando a fratura acontece no quadril.
Tratamento:
Para os pacientes com osteoporose, o tratamento tem o objetivo de diminuir ou frear a perda óssea, minimizar os riscos de quedas para prevenir as fraturas e controlar a dor associada à doença. Para isto são usados alguns medicamentos e fisioterapia.
A reposição hormonal durante ou depois da menopausa minimiza a ocorrência de osteoporose. Também é necessário manter uma dieta com quantidades adequadas de cálcio, vitamina D e proteínas.
Prevenção:
A prevenção e o tratamento podem envolver o emprego de recursos que procuram evitar a perda do tecido ósseo. Para as pessoas que tendem a desenvolver a osteoporose ou estão no início da doença, principalmente as mulheres acima dos 50 anos, os exercícios físicos que envolvem força são indicados.


sexta-feira, 29 de julho de 2011

Campanha "Na Medida Certa"

Vai começar a maratona meninas!!! Não quero ver ninguém de fora!!! Todas aderindo e se inscrevendo!!!
Segue abaixo as regrinhas da campanha:


  • A  campanha terá duração de 3 meses, começando a partir do dia 1º de Agosto.
  • A  aluna passará por uma blitz de avaliação completa e será reavaliada mês a mês, não tendo acesso a essa avaliação.
  • Durante os 3 meses de duração da campanha, a aluna terá que vir no mínimo 3 vezes por semana, frequentando pelo menos uma aula Power durante a semana .
  • No final da campanha, serão premiadas as alunas que totalizarem o maior número de : Perda de Medidas, Perda de Peso e Percentual de Gordura, no final dos 3 meses.
  • As alunas que têm o objetivo de Fortalecimento Muscular e Ganho de Massa, terão os seguintes critérios avaliados: Assiduidade e Perda de Percentual de Gordura.
  • Os critérios de desempate serão respectivamente: Assiduidade, Perda de Percentual de Gordura, Perda de Medidas e Perda de Peso.
  • Será distribuída uma cartilha com dicas de alimentação, para que as alunas tentem seguir ao máximo.
  • Utilizem o Mais Curves como mais uma ferramenta para seus objetivos ( www.maiscurves.com.br)
  • A premiação será: Uma blusa da Curves + Uma sessão de Drenagem Linfática + Um brinde surpresa. Total de 3 kits.

EM BUSCA DE MAIS SAÚDE....

Para emagrecer, o que importa são as calorias



Estudo indica que as calorias são fatores determinantes no emagrecimento, independente do tipo de dieta seguida



Dieta da sopa, de South Beach, da proteína... São inúmeras opções que prometem quilos a menos, a custo de muito esforço. O empenho deve continuar, mas quem quer emagrecer e está em dúvida sobre qual dieta seguir pode parar de se preocupar com a escolha e se concentrar na redução de calorias. É o que concluiu o maior estudo já feito sobre os vários tipos de regime realizado pela Faculdade de Saúde Pública de Harvard.

De acordo com a pesquisa, quem quer perder peso pode consumir qualquer alimento, desde que controle a quantidade de calorias. Os especialistas acompanharam homens e mulheres distribuídos em quatro grupos, cada um com dietas diferentes prescritas. A média de perda de peso foi a mesma para todos.

“O ponteiro da balança recompensa quem consome menos calorias, a despeito do tipo de dieta que siga”, afirmou o vice-presidente da Associação Internacional para o Estudo da Obesidade, Walmir Coutinho, em entrevista à Revista Veja de 11 de março de 2009.

Mas atenção! Toda dieta deve ser prescrita e acompanhada por um médico especializado. Ele poderá indicar o que é melhor para a saúde de cada indivíduo. Se a alimentação não for variada, ela não fornecerá todos os nutrientes de que o corpo necessita. Assim, qualquer mudança radical nas refeições que leve à ingestão desequilibrada de nutrientes pode ocasionar alguma doença ou carência. E não esqueça de combinar uma atividade física regular com a alimentação equilibrada para emagrecer com saúde e melhorar a qualidade de vida.

Fonte: Revista Veja (11 de março de 2009, edição 2103), Manual de Alimentação Saudável, da Unimed do Brasil



quarta-feira, 20 de julho de 2011



ADOÇANTES - Escolha o mais adequado !

A popularização dos adoçantes causou a disseminação de informações equivocadas falando dos riscos do consumo. A visão de especialistas é que, embora eles sejam alvos de muitos estudos, nenhum mal provocado pela substância foi constatado em pessoas que fazem o uso sem exageros. Ou seja, quando ingeridos adequadamente, os adoçantes não fazem mal. Quem estabelece o limite máximo de ingestão é a Organização Mundial da Saúde (OMS) e quem regula, no Brasil, é a Agência Nacional de Vigilância Sanitária.

É importante lembrar que os adoçantes não são todos iguais. Quem usa deste artifício deve saber que existem diversos tipos de edulcorantes disponíveis no mercado. Cada um possui características diferentes como sabor, restrições, indicações e poder de dulçor diferente. Eles são classificados em naturais (frutose, stévia, sorbitol e manitol) e artificiais (aspartame, ciclamato, sacarina, acesulfame-k e sucralose). A Associação Brasileira da Indústria de Alimentos Dietéticos, ABIAD, afirma que ambos são seguros para consumo humano. Vamos ver mais sobre os tipos de adoçantes que estão no mercado com as informações da WOW!Nutrition.

Sacarina - É um edulcorante artificial, não calórico, 300 vezes mais doce do que o açúcar de mesa. Primeiro a ser descoberto e comercializado.

Ciclamato- É um edulcorante artificial, não calórico, 30 vezes mais doce do que o açúcar de mesa. Não possui restrição de uso.

Aspartame - É 200 vezes mais doce do que o açúcar de mesa. Quando submetido a altas temperaturas por tempo prolongado (forno e fogão), o aspartame perde parte de seu poder adoçante. A única restrição real ao aspartame é a fenilcetonúria. A Fenilcetonúria é uma doença genética cujo efeito é o comprometimento do metabolismo da fenilalanina. Nesse caso, a fenilalanina proveniente do metabolismo do aspartame contribuiria para o acúmulo dessa substância no organismo, gerando consequências.

Sucralose - É o único edulcorante que tem o verdadeiro sabor de açúcar porque é derivado da cana-de-açúcar e não possui calorias. Pode ser usado por toda a família, inclusive crianças, gestantes, diabéticos e fenilcetonúricos.

Stévia - A Stevia é uma planta da família dos crisântemos, originária do Paraguai e com um enorme poder adoçante. Dela é retirado um extrato doce que possui um poder adoçante que chega a ser 400 vezes maior do que o do açúcar doméstico. Não contém açúcar ou calorias, é 100% natural, sem qualquer componente artificial em sua formulação. Por não possuir valor calórico nem induzir mudanças na glicose sanguínea, a stevia pode ser utilizada com tranqüilidade como opção para pessoas que necessitam reduzir o peso ou apenas preocupam-se em mantê-lo, bem como por diabéticos, tanto tipo I como tipo II.

Frutose - É um açúcar natural conhecido como "açúcar das frutas", o qual é encontrado nas frutas e no mel. É cerca de 2 vezes mais doce do que a sacarose (açúcar de mesa). Como o seu poder adoçante é maior, utilizam-se menores quantidades para obter o mesmo sabor doce, portanto consomem-se menos calorias.

A Organização Mundial da Saúde (OMS) estabelece alguns valores máximos para o consumo diário de adoçantes não calóricos, a fim de que não haja danos a saúde. Abaixo, seguem os valores de quantidade média para cada quilo de peso corporal. Para obter o seu limite máximo de consumo diário multiplique seu peso pela quantidade de gotas.

Sacarina: 6 gotas ou meio envelope.
Ciclamato: 12 gotas ou um envelope.
Stévia: 7 gotas ou meio envelope.
Aspartame: 48 gotas ou três envelopes.
Sucralose: 18 gotas ou meio envelope.

Por Catharina Apolinário

quinta-feira, 14 de julho de 2011

Aprenda a aliviar e a evitar o estresse

Praticar um hobby, mudar a rotina e sorrir mais, são atitudes que podem ajudar a espantar as consequências negativas do estresse.

Poluição, violência urbana, insegurança no trabalho, crises econômicas e hábitos alimentares inadequados são fatores que geram ansiedade e estresse em muitas pessoas. Situações como essas são características da vida moderna, que costuma dificultar a conquista de uma rotina equilibrada e saudável para quem não consegue lidar de maneira tranquila com as adversidades.
Pode-se entender o estresse como uma reação do corpo originada por qualquer tipo de exigência de adaptação. O estresse, no entanto, nem sempre é ruim ou um empecilho. Ele faz parte da vida e pode ser positivo, pois estimula a lidar com determinadas situações e a alcançar objetivos. Quando ele provoca mal-estar, dificuldade para reagir a determinada situação ou doença física, se caracteriza como uma experiência negativa e requer atenção especial.

A seguir, veja algumas dicas do médico psiquiatra e psicanalista Werner Zimmermann*, que podem ajudá-lo a lidar melhor com o estresse:

Quais são os primeiros sinais de que o estresse ultrapassou o normal e que a pessoa deve procurar ajuda?
Dr. Werner -
Tem vários sinais. Por exemplo: falta de ar, cansaço, taquicardia, tontura, irritabilidade, dificuldade de engolir, entre outros. Muita gente vai ao médico sentindo algum sintoma de determinada doença, mas o médico faz os exames e não encontra nada. Pode ser estresse.

O que o senhor recomenda para evitar e aliviar o estresse?
Dr. Werner –
Cada um pode encontrar uma maneira de aliviar o estresse. Sugiro algumas que costumam funcionar, como: fazer relaxamento, exercitar-se de maneira regular e moderada, ter uma boa alimentação, um sono adequado, mudar a rotina, inserir-se em grupos sociais, praticar um hobby, sorrir mais, expor-se ao sol e pensar positivamente.
* O médico Werner Zimmermann realizou uma palestra sobre "Lidando com o estresse e a ansiedade" na Unimed Florianópolis.

Fonte: Site da International Stress Management Association (ISMA – Brasil), PsiqWeb.

quarta-feira, 6 de julho de 2011

Preguiça no Inverno

Indisposição durante as baixas temperaturas pode ser espantada com exercícios regulares

Os dias frios parecem chamar a danada da preguiça – e ela geralmente responde. Nessa época,  é comum ter vontade de fazer programas mais calmos ou não ter vontade de fazer um monte de coisa e apenas correr para debaixo da coberta.  Essa tendência de as pessoas ficarem mais quietas e paradas nas baixas temperaturas tem uma explicação: é a tentativa do corpo de não perder calor.

Para manter a temperatura corporal, é necessário reduzir o gasto calórico, o que leva a essa sensação de preguiça. Culpar o inverno de toda a “moleza” que aparecer, no entanto, não é justificável, pois algumas atitudes ajudam a aumentar a disposição mesmo nos dias mais gelados.
Praticar atividades físicas melhora o tônus muscular e é ótima aliada para espantar a preguiça. Além disso, neste período de baixas temperaturas, o corpo perde menos água e gasta mais energia, ou seja, são mais alguns pontos favoráveis para se mexer.
O representante do Conselho Federal de Educação Física, Lúcio Rogério, em entrevista ao programa Rádio Saúde, do Ministério da Saúde, recomenda que as pessoas se espreguicem o máximo que puderem, bebam bastante água, o que vai favorecer a circulação e a alimentação do músculo, e alonguem – se, para que não lesionem os músculos.
Fonte: Ministério da Saúde e Programa Bem Estar